Amigo é um Anjo que está sempre ao nosso lado mesmo que na distância.
É aquele que compartilha nossas alegrias e minimiza nossas tristezas.
Amigo é um Anjo que está sempre ao nosso lado mesmo que na distância.
É aquele que compartilha nossas alegrias e minimiza nossas tristezas.
Pra tanta coisa… não é? Para Instalar o XP no computador e não cobrar nada, mesmo perdendo horas e horas a fio!
Para trazer muamba do Paraguai e quase ser preso!
Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e apagou. Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso Portal .
Ainda meio zonza, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas.Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que estava acontecendo, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes:
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Um rei foi ao seu jardim e encontrou as árvores, arbustos e flores definhando e morrendo. O carvalho disse que estava morrendo porque não podia ser alto quanto o pinheiro. Já o pinheiro murchava porque era incapaz de dar uvas como a parreira. E a parreira morria porque não podia desabrochar como a roseira. Então, ele encontrou uma planta florida e viçosa. Era o amor-perfeito que lhe deu a seguinte explicação:
- Supus que quando me plantou você queria um amor-perfeito. Se quisesse carvalho, parreira ou roseira, você os teria plantado. Então, pensei que como não posso ser ninguém além de mim mesmo, tentarei sê-lo da melhor maneira possível.
(Autor desconhecido)
Era uma vez um cavalo-marinho que juntou suas economias ( 7 moedas) e saiu em busca de fortuna. Ainda não havia andado muito quando uma enguia que lhe disse: -Psiu….Eh! Amigo, onde vai você? -Estou indo procurar minha fortuna- respondeu o cavalo-marinho orgulhosamente. -Você está com sorte! – disse a enguia – Por quatro moedas pode adquirir essas velozes nadadeiras, e assim será capaz de chegar lá mais rápido! – Oba, isto é ótimo! – disse o cavalo-marinho, e pagou o dinheiro, colocou as nadadeiras e saiu deslizando, numa velocidade duas vezes maior. Em seguida encontrou uma esponja, que lhe disse: _Psiu…Eh! amigo, onde você vai? -Estou indo procurar minha fortuna – respondeu o cavalo-marinho. -Você está com sorte ! – disse a esponja – POr uma pequena recompensa deixarei você ficar com esta tábua de propulsão a jato, para que possa viajar mais rápido. -Então o cavalo-marinho comprou a tábua com o restante de suas moedas, e foi zunindo pelo mar, com uma velocidade cinco vezes maior. Logo, logo, encontrou um tubarão, que disse: -Psiu!…Eh! amigo, Onde você vai? -Estou indo procurar minha fortuna – disse o cavalo-marinho. -Você está com sorte. Se tomar este atalho – e o tubarão apontou para sua bocarra vai economizar muito tempo. -Oba, obrigado – disse o cavalo, e saiu zunindo para dentro do tubarão, e nunca mais se ouviu falar nada dele.
A MORAL DESSA FÁBULA : MUITAS PESSOAS TÊM UM BOM OBJETIVO, NO ENTANTO, ESQUECEM QUE PARA ATINGI-LO, É PRECISO QUE SE FAÇA PELO MENOS UM PLANEJAMENTO E QUE SE CONHEÇA PELO MENOS A DIREÇAO. O CAMINHO FÁCIL NA MAIORIA DAS VEZES LEVA AO DESASTRE.
Muitas empresas caíram e caem na armadilha das mudanças drásticas de coisas que não precisam de alteração, apenas aprimoramento. O que lembra a história de duas pulgas.
“Não pretendamos que as coisas mudem se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode acontecer às pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar “superado”. Quem atribui à crise os seus fracassos e penúrias, violenta o seu próprio talento e dá mais ênfase aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a preguiça de encontrar as saídas e soluções. Sem crise não há desafios, sem desafios a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há méritos. É na crise que aflora o melhor de cada um, porque sem crise todo vento é afago. Falar da crise é promovê-la, e calar na crise é exaltar o conformismo. Em vez disto, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la”.
Albert Einstein
Coiote persegue furiosamente o Papa-Léguas. De repente, a ave pára.O Coiote tenta, mas não consegue, ele passa direto pelo Papa-Léguas escorregando, até a ponta de um penhasco. O chão cede e, só por um instante, vemos seus olhos em forma de pires.E então o Coiote se espatifa. Ploft !
Gosto muito dos desenhos do Papa-Léguas. O Coiote e eu temos uma sina comum.Eu também me aventurei bem perto do penhasco. Também me vi num terreno incerto, e levei um tombo. Eu também fiz aquele olhar do tipo “rapaz, isso vai doer !”. Também olhei para cima, do fundo da lama, aturdido e estupefato. Mas o Coiote possui uma coisa. Eu não. Ele é invencível. Nunca fica machucado. Leia o resto deste post »
O sol anunciava o final de mais um dia e lá, entre as árvores, estava Andala, um pardal que não se cansava de observar Yan, a grande águia. O vôo preciso de Yan enchia de admiração os olhos do pardal. Sentia vontade de voar como a águia, mas não sabia como o fazer. Sentia vontade de ser forte como a águia, mas não conseguia assim ser. Todavia, não cansava de segui-la por entre as árvores só para vislumbrar tamanha beleza. Um dia, Andala estava a voar por entre a mata, a observar o vôo de Yan, e de repente a águia sumiu de sua visão. O pardal voou mais rápido para reencontrá-la, mas a águia havia desaparecido. Foi quando levou um enorme susto, deparou de uma forma muito repentina com a grande águia a sua frente. Tentou conter o seu vôo, mas foi impossível, acabou batendo de frente com o belo pássaro. Caiu desnorteado no chão e quando voltou a si, pode ver aquele pássaro imenso bem ao seu lado observando-o. Sentiu um calafrio no peito, suas asas ficaram arrepiadas e pôs-se em posição de luta.
Estavam duas crianças patinando em cima de um lago congelado. Era uma tarde nublada e fria e as crianças brincavam sem preocupação. De repente, o gelo se quebrou e uma das crianças caiu na água. A outra criança vendo que seu amiguinho se afogava debaixo do gelo, pegou uma pedra e começou a golpear com todas as suas forças, conseguindo quebrá-lo e salvar seu amigo. Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:
- Como você fez isso? É impossível que você tenha quebrado o gelo com essa pedra e suas mãos tão pequenas!
Nesse instante apareceu um ancião e disse:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram: – Como?
O ancião respondeu: – Não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que não poderia fazer!
O objetivo desse blog é trazer informações diversas sobre a realidade do nosso cotidiano.